Nos tempos que correm, os jovens sentem-se despertos a novas experiências e desafios, passando pelo conhecimento de novos países e culturas. Como tal, nos últimos anos é frequente que estes, principalmente da faixa etária dos 18 aos 25 anos, façam viagens pela Europa e pelo resto do mundo, incluindo principalmente nestas, os famosos inter-rails.
Os destinos destas viagens muitas vezes não são os mais adequados, não por não terem um elevado nível cultural, mas devido à intenção com que os jovens partem à sua descoberta, como a evidente procura pelo divertimento ilícito.
A própria investigação mostra que os jovens têm mais probabilidades de consumir droga experimentalmente, ou com maior frequência, quando passam férias no estrangeiro. Um estudo sueco revelou que, dos jovens que experimentaram drogas ilícitas, 23% fê-lo pela primeira vez durante uma estadia no estrangeiro e, entrevistas integradas num estudo realizado no Reino Unido a jovens de regresso de férias em Ibiza, revelaram que a frequência do consumo de todas as drogas é mais elevado no local de férias do que em casa.
Esta possível posição por parte dos jovens deve-se não só a uma maior liberdade relativamente aos seus familiares, principalmente os pais, e às influências do grupo de amigos pelo qual estão rodeados, mas também devido à política liberal que certos países adoptam, como é o caso da Holanda onde o consumo de drogas leves é legal, bem como a prostituição, havendo locais adequados para tais práticas.
Como se pode constatar, apesar de todos os jovens estarem informados por parte das famílias, das escolas, dos meios de comunicação social e pela pressão que a sociedade exerce sobre eles, continuam a tentar experimentar as sensações que esses mundos oferecem.
Os destinos destas viagens muitas vezes não são os mais adequados, não por não terem um elevado nível cultural, mas devido à intenção com que os jovens partem à sua descoberta, como a evidente procura pelo divertimento ilícito.
A própria investigação mostra que os jovens têm mais probabilidades de consumir droga experimentalmente, ou com maior frequência, quando passam férias no estrangeiro. Um estudo sueco revelou que, dos jovens que experimentaram drogas ilícitas, 23% fê-lo pela primeira vez durante uma estadia no estrangeiro e, entrevistas integradas num estudo realizado no Reino Unido a jovens de regresso de férias em Ibiza, revelaram que a frequência do consumo de todas as drogas é mais elevado no local de férias do que em casa.
Esta possível posição por parte dos jovens deve-se não só a uma maior liberdade relativamente aos seus familiares, principalmente os pais, e às influências do grupo de amigos pelo qual estão rodeados, mas também devido à política liberal que certos países adoptam, como é o caso da Holanda onde o consumo de drogas leves é legal, bem como a prostituição, havendo locais adequados para tais práticas.
Como se pode constatar, apesar de todos os jovens estarem informados por parte das famílias, das escolas, dos meios de comunicação social e pela pressão que a sociedade exerce sobre eles, continuam a tentar experimentar as sensações que esses mundos oferecem.
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